Archive for Abril, 2007
Fotógrafo congelou a cultura do Japão
Fernando de Tacca, doutor em Antropologia Social pela USP e livre docente em História
da Fotografia e Antropologia da Imagem no Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação da Unicamp, contou ao Folha Obara quais foram as sua impressões sobre o Japão no período de 1995 a 1997, quando foi Professor Brasileiro Visitante na Universidade de Estudos Estrangeiros de Osaka, e pesquisador no Museu Nacional de Etnologia. Fernando é fotografo e foi especialmente convidado, na época, pelo Departamento de Relações Internacionais da Prefeitura de Osaka e pela Associação das Cidades Irmãs de Osaka para realizar exposição individual. Atualmente é coordenador do Núcleo de Pesquisa “Fotografia: Cultura e Comunicação”, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação – Intercom, e colunista do Fotosite e editor da Revista Eletrônica Studium. (mais…)
Add comment Abril 30, 2007
“Ricarudo” faz a festa no salão
Aos 33 anos de idade ele não pensa em voltar ao Brasil. Não é para menos que os seus
ideais apontem para um futuro bem sucedido no Japão. Afinal, obter reconhecimento na carreira que escolheu é sonho para a maioria dos jovens que carrega uma bola debaixo do braço. Ricardo Higa teve um desses sonhos materializados, e deixou a bola escorregar dos braços e correr pelas quadras japonesas. Mas até que isso acontecesse, o jovem nascido em Campinas driblou dificuldades como qualquer outro atleta, que almeja um dia despontar no cenário profissional.
Sua carreira sempre esteve dividida entre os gramado e as quadras. Até os 19 anos Higa usava tênis, mas quando bateu na porta do Rio Branco, de Americana (SP), optou pelas chuteiras, que o ajudaram a se profissionalizar naquele time. De lá, foi emprestado para times de Goiás e Paraná. Tentou alguns testes em grandes clubes de São Paulo, mas seu destino estava reservado no outro lado da bola planetária. (mais…)
Add comment Abril 21, 2007
O tradicional saquê com um toque brasileiro
A tradicional bebida japonesa, o saquê, ganha cada vez mais espaço no Brasil. Com um toque brasileiro, a “saquerinha”, ou caipirinha de saquê, tem grande aceitação do público devido a sua suavidade, já que os saquês fermentados possuem um teor alcoólico de 16%, semelhante, ou um pouco maior, que o dos vinhos.
Muitos restaurantes oferecem o drink com a opção de kiwi, abacaxi, pêssego lichia e morango, principalmente. Eloni Eccher, proprietário de um restaurante japonês de Piracicaba-SP, afirma que a saquerinha de morango tem grande saída. “As pessoas vêm ao restaurante e aproveitam do ambiente oriental para saborear o drink feito de uma bebida tradicional japonesa”, conta. Ele afirma que cerca de 30% de seus clientes costumam experimentar e apreciar o líquido. (mais…)
Add comment Abril 20, 2007
‘Ruter King’, o revolucionário das viagens
Se não fosse pela letra “L”, que em japonês não existe sozinha, ele se chamaria Luther, em
homenagem ao mais famoso líder negro americano entre as décadas de 1950 e 60: Martin Luther King. Mas quando nasceu seus pais preferiram não colocar em xeque as questões ideológicas tão divergentes entre Estados Unidos e Japão na época. Mas tinham a convicção de que Ruter Hiroce se tornaria ‘King’ em alguma coisa, só não sabiam em quê, quando e como.
Dizem que um livro bem escrito, que capte a atenção do leitor do começo ao fim, pode trazer mudanças notáveis nos objetivos do ser humano. É verdade. Ou pelo menos para Ruter sempre foi uma dessas tantas verdades acerca da literatura. Começou a se mostrar um ‘revolucionário’, um ‘King’ a partir do momento em que leu, pela primeira vez, o livro O Nosso Brasil, disponibilizado pelas professoras do primário em Além Paraíba (MG). O livro, que até os dias de hoje é considerado sagrado pelo nissei, contava a história de um professor que levava os seus dois filhos para todos os cantos do país, descobrindo paisagens e pessoas. Naquela época, o garoto que apenas idealizava as suas viagens, mal sabia que o destino lhe proporcionaria 68 voltas ao mundo. (mais…)
Add comment Abril 16, 2007
Direto do front: Cartas de Iwo Jima
Letters from Iwo Jima (Cartas de Iwo Jima), do diretor norte-americano Clint Eastwood, lançado em fevereiro de 2007 recebeu o Oscar de melhor edição de som. O filme concorreu a quatro prêmios e foi baseado num livro escrito por James Bradley, conta a história da dramática e decisiva batalha de Iwo Jima entre Estados Unidos e o Império Japonês durante a Segunda Guerra. Em apenas um mês, milhares de japoneses e estadunidenses morreram para tomar o local na ilha do Pacífico cuja importância estratégica incluía pistas de pouso. Cartas de Iwo Jima foi lançado no Brasil no dia 16 de fevereiro e ainda está em cartaz nos melhores cinemas.
Após gravar A Conquista da Honra, que relatava também a batalha de Iwo Jima entre as tropas norte-americanas e japonesas, o cineasta decidiu desenvolver Letters From Iwo Jima, que trata do mesmo tema, no entanto, sob um ponto de vista diferente. A principal existente é que o primeiro relata a história sob a perspectiva dos americanos que lutaram na batalha, enquanto o segundo traz a trama sob o ponto de vista dos japoneses. Cartas de Iwo Jima já foi agraciado pela crítica, tendo recebido o prêmio de Melhor Filme do Ano pelo National Board of Review, que reúne 120 profissionais da indústria do cinema.
Gênero: Drama – Guerra
Duração: 141 min
Origem: EUA
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Iris Yamashita
Add comment Abril 8, 2007
